Não beba, cuide de você!

Não beba, cuide de você!

Você sabe o que aconteceu quando aquele amigo pediu uma garrafa de água depois de uma cerveja no bar? Quer ele saiba ou não, ele usa recursos de redução de danos, que é uma das estratégias de saúde pública para ajudar as pessoas que usam álcool e outras drogas a reduzir os danos e problemas associados ao seu uso. Além desta abordagem, é melhor encontrar uma clínica de tratamento para dependência química. Em um país onde as regulamentações sobre álcool são incompletas em muitos aspectos, é muito importante discutir as precauções relacionadas ao uso do álcool. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é um dos países da América Latina com o maior consumo de álcool.

A idade em que as pessoas começam a beber está ficando cada vez mais precoce e a quantidade e o tipo de bebidas estão aumentando.

O principal objetivo da redução de danos é aumentar a consciência dos riscos diretos e indiretos associados ao uso de drogas legais e ilegais e, portanto, tomar medidas menos arriscadas quando se bebe.  Esta prática é baseada nos direitos humanos e tem como objetivo dar apoio aos direitos e necessidades fundamentais dos usuários e das pessoas que dependem de produtos químicos.

A redução de danos não implica necessariamente abstinência, mas ao mesmo tempo trabalha com aqueles que querem eliminar e aqueles que podem, e atua como um intermediário entre aqueles que querem reduzir os danos e aqueles que querem eliminar. Trata-se de esclarecer como as pessoas podem usar substâncias e reduzir os riscos que elas representam para a saúde e para as pessoas. Assim, no final dos anos 80, foram lançados programas de redução de danos em resposta à epidemia do HIV causada, entre outras coisas, pela troca de seringas durante o uso de drogas intravenosas. No Brasil, a primeira medida preventiva foi implementada em Santos em 1989, quando seringas descartáveis foram distribuídas aos usuários de cocaína para evitar a disseminação do vírus.

No caso das bebidas alcoólicas, a importância de falar em redução de danos é comparável à de generalizar seu uso, pois são substâncias legais cujo uso é predominante e encorajado na cultura. As bebidas alcoólicas não só causam a morte dos alcoólatras, mas também destroem a vida das pessoas ao seu redor, deixando lágrimas, sangue e um rastro de todos os tipos de crimes no seu rastro.

Entretanto, há muitos problemas associados ao abuso do álcool e as conseqüências podem ter um enorme impacto sobre os indivíduos e suas famílias. Além disso, o consumo de álcool é o terceiro maior fator de risco de doenças no mundo; de acordo com um documento publicado pela OMS, estima-se que o consumo nocivo de álcool seja responsável por 2,5 milhões de mortes a cada ano, uma proporção significativa das quais ocorre entre os jovens. Segundo o mesmo estudo, a idade do primeiro contato com o álcool está diminuindo cada vez mais e os danos psicológicos que este hábito pode causar estão aumentando.

Álcool e adolescência.

A adolescência, entre 12 e 18 anos, é geralmente o momento em que começa o contato com o álcool; Joanne Silva de 45 anos (não seu nome verdadeiro) não bebe há mais de 25 anos. Ela diz que seu primeiro encontro com o álcool foi no colegial quando tinha 16 anos. Desde então, sua freqüência de consumo de álcool tem aumentado significativamente a cada ano. Costumávamos beber depois das aulas. Nós sempre nos encontrávamos depois da escola e bebíamos. Começamos a beber todos os dias. Uma mulher que me conhecia e ao meu grupo começou a entender que nossa bebida freqüente poderia ser prejudicial e me convidou a me juntar a um grupo anônimo de jovens alcoólatras. Fiquei muito envergonhada e comecei a perceber que beber álcool não era bom para mim e não era bom para minha saúde”, diz ela.

Você sabe quando aquele amigo pediu uma garrafa de água depois de beber uma cerveja no bar? Quer eu saiba ou não, as pessoas que usam álcool e outras drogas usam “recursos de redução de danos”, que é uma das estratégias de saúde pública para reduzir os danos e problemas associados ao seu uso. Além desta abordagem, é melhor encontrar uma clínica para o tratamento da dependência química. Em um país onde as regulamentações sobre álcool são imperfeitas em muitos aspectos, é muito importante discutir as precauções relacionadas ao uso do álcool. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é um dos países da América Latina com o maior consumo de álcool.

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